quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

As PME’s e o Marketing Online Viral


Nos dias antes da Internet, o sucesso de uma pequena ou média empresa dependia, entre outras coisas, dos gigantes da indústria. Assim que estes assimilavam o mercado, poderia ser o fim de uma pequena ou média empresa. Estas empresas poderiam ser colocadas fora do mercado apenas pelas possibilidades de publicidade e capital das grandes empresas.

Com o surgimento da internet, surgiu também a possibilidade de muitos pequenos negócios terem a oportunidade de competir usando apenas simples técnicas de baixo custo. Uma dessas técnicas é o marketing viral, ou o chamado “passa-palavra” ou “word of mouth”.

Por isso mesmo, se é uma pequena ou média empresa ainda a pensar se deverá apostar na internet, saiba que as possibilidades de expandir o seu negócio são muitas, mesmo que não aposte muito noutros canais de marketing tradicionais.
Antigamente o “world of mouth” tinha pouco peso para as pequenas e medias empresas devido à enorme expansão de “world of mouth” que uma grande empresa tinha. Hoje em dia, isto é possível às pequenas e medias empresas graças à internet. Assim que lançar a sua campanha de marketing viral, necessitará de lhe dar muito pouco seguimento dentro da web 2.0.

Algumas formas de aproveitar ao máximo o seu marketing viral:

1. Artigos e relatórios curtos

Têm surgido excelentes ebooks na internet com muito boa informação mas a verdade é que a maior parte das pessoas não os vão ler devido ao seu comprimento. Se juntarmos isto ao facto de que as pessoas quando lêem num êcran de computador ficam rapidamente mais cansadas do que quando lêem um livro, e também ao facto de que sofremos hoje em dia de excesso de informação, então um artigo ou relatório enormes não vão ter muito sucesso. É aqui que os artigos e relatórios curtos podem fazer a diferença.

Se for um expert da sua indústria e conhecer a fundo os seus produtos/servicos e os seus clientes, não irá ser díficil escrever um artigo ou um relatório que seja objectivo, interessante e que acrescente valor a quem o lê.

Escolha um tópico relevante e que seja actual e escreva vários artigos sobre o mesmo. Há algo polémico actualmente sobre a sua indústria? Ou talvez hajam perguntas frequentes que os seus clientes fazem sobre os seus produtos/serviços? Escrever artigos sobre estes temas são oportunidades de chegar à sua audiência, oferecer informação e soluções (e passar à frente dos seus concorrentes).
Coloque os artigos num ficheiro pdf com o seu nome e os detalhes de contacto. Diga aos leitores que o podem distribuir desde que não o alterem de nenhuma forma. Publicite depois os artigos em forums, redes sociais, no website, na newsletter para a sua mailing list (com um link para partilhar com um amigo) e onde mais se lembrar que faça sentido. As pessoas querem informação rapidamente e utilizar artigos curtos é uma boa forma de fazer exactamente isso. É também uma boa maneira de atrair visitantes ao seu website e começar a fazer dinheiro a partir da sua campanha de marketing viral.

2. Video

Em 2005, Kevin McCarthy, um dos pioneiros do marketing online, previu que dentro de 1 ano haveria um enorme aumento do uso de video online. A previsão cumpriu-se. A internet ainda está no início desta revolução e já é muito fácil fazer um video e colocá-lo em locais como o YouTube ou o Google Video. De facto, a Google comprou o YouTube o ano passado por 1.65 biliões de dólares. Por alguma razão o devem ter feito.

Da mesma forma que os artigos e relatórios curtos, faça o seu video breve e objectivo. Enquanto a maior parte das pessoas prefere assistir a um video que ler, mesmo assim não irá querer videos muito longos e cansar os visitantes. O propósito de usar um video para o seu negócio é o de dar informação relevante e importante mas na medida certa. No final de contas, o objectivo final é fazer as pessoas visitarem o seu website para saberem mais. Um video que teve um grande sucesso foi o video da Slendertone colocado no YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=72IwYxyWRTg&feature=fvsr . O conceito do video é muito simples, fácil de fazer e teve um enorme efeito viral. A empresa relatou que teve um aumento de tráfego de 42% durante esta campanha (tráfego proveniente do YouTube).

3. Folksonomies

A Wikipedia define “folksonomy” como palavras que categorizam conteúdo da web, como websites, fotografias ou links. O que isto se refere no fundo é as chamadas “tags”, uma forma de não apenas obter informação mas de partilhá-la com outros. Tagging são palavras-chave relacionadas com sites como o Digg, Technorati ou Delicious.
No Technorati por exemplo, pode fazer um video, colocar uma tag com as palavras-chave “funny online video” e colocá-lo no site. Agora todos os indivíduos dentro da comunidade Technorati vão poder aceder ao seu video quando escreverem essa palavra-chave. Isto é muito poderoso. As tags certas têm um efeito viral e o “social bookmarking” podem colocá-lo rapidamente à frente da audiência certa”.

A ter em conta

Quaisquer que sejam as suas estratégias de marketing viral, tenha em atenção que se quer que as mesmas tenham realmente sucesso, assegure-se que estas são de graça. Cobrar dinheiro pelo seu relatório ou video só vai garantir que a informação vá ser vista por um reduzido número de pessoas e não terá um efeito viral. De graça (ou free) é uma palavra muito forte para a maior parte das pessoas, por isso use-a.
Também assegure-se de que está a providenciar qualidade. Sem artigos ou videos de qualidade muito dificilmente alguém vai referenciá-los a um amigo ou colega.

Tenha em atenção que uma campanha de marketing viral feita de forma inteligente pode tornar um pequeno ou médio negócio num sucesso.

terça-feira, 17 de Novembro de 2009

17 dicas para o seu email marketing


O envio de emails para a sua mailing list é um dos métodos mais eficazes de comunicar rapidamente algo importante, seja uma promoção, uma oferta, o lançamento de um novo produto, um convite para um evento exclusivo, etc.

Saber exactamente a mensagem que se quer passar e qual a acção que se quer que as pessoas tenham depois de lerem o email é imprescíndivel. Mas para isso acontecer é preciso que, claro, efectivamente abram o email.

Um email não é uma newsletter. Muitas vezes confunde-se um email com uma newsletter, mas um email é isso mesmo, um email. A mensagem a comunicar deve ser curta e directa. O objectivo é informar sobre algo, despertar o interesse e levar a uma acção.

Design

1. Botão vs. link no texto

Qual destes atrai mais atenção? Se considerarmos que mais de metade da sua mailing list lê os emails com as imagens off, pode assim perder-se o “call to action”. Envie um email com um botão para metade da sua mailing list e envie outro email com um link no texto para a outra metade e compare resultados. E lembre-se, em vez de usar uma mensagem genérica do tipo “clique aqui” , quer no botão ou no link no texto, use um “call to action” específico, do tipo “compre agora” ou “saiba mais” ou “poupe 20% agora” (dependendo obviamente do objectivo do email).

2.Com barra de navegação vs. sem barra de navegação

Uma barra de navegação pode ser exactamente igual à que tem no website. Mas será que o espaço que ocupa, principalmente no topo do email em destaque, justifica algo? Afinal também é um pouco estranho colocar um email personalizado com uma barra de navegação.

3. Call to action ou oferta em “snippet text” vs. no texto

Um “snippet text” é simplesmente a primeira frase que aparece depois da frase do “Assunto” (ou subject line), num preview. Uma frase que surge frequentemente num “snippet text” é “clique aqui para visualizar este email”, redireccionando para uma página web onde pode visualizar o email. Esta frase pode parecer perfeitamente adequada, mas se considerarmos que poucas pessoas clicam no link para visualizarem o email numa página web e se também considerarmos que esta frase não contém nenhuma informacão sobre a oferta ou a “call to action” e muito menos sobre produto/serviço ou a empresa, então provavelmente deveria reconsiderar a sua localização.

Incluir a call to action ou oferta no “snippet text” é o mesmo que fazer sobressair a informação mais importante do email aos olhos dos leitores que estão a ler rapidamente a inbox e a decidir que emails abrir.

Não estou a afirmar contudo que não deverá colocar um link para a versão web do seu email, apenas não é a melhor idéia colocá-lo na primeira frase do email.

4. Texto vs. HTML

O mais longo debate na história do design de emails surge agora novamente com os utilizadores de telemóveis, cujos “smartphones” podem alterar a mensagem de html. Se escolher a versão html, inclua uma opcão de texto para as pessoas escolherem visualizar.


5. Texto administrativo no lado direito vs. no fundo

Alguns emails contêm os links e detalhes de contacto e endereços web no final do email. Os detalhes de contacto e endereços do website deverão estar em destaque e no lado direito é uma óptima opção.

6. Múltiplas imagens vs. uma imagem

Uma única imagem larga pode parecer interessante, mas é um iman para o email ser considerado spam. Trocar uma imagem grande por duas ou três mais pequenas pode fazer a diferença.

Links

7. Mais links vs menos links

Se pensa que mais links é melhor porque dá ao leitor mais acesso ao seu website e mais chances de encontrar algo para comprar, então pense novamente. Utilizadores de telemóveis por ex. irão ter dificuldade de ver todos os links num pequeno parágrafo. Reduza os links aos calls to action essenciais. Também poderá fazer o teste de enviar um email com menos links para metade da sua mailing list e um email com mais links para a outra metade da sua mailing list e ver qual obteve mais resultados.

8. Envie a um amigo

Coloque um link de forma a que o leitor possa reencaminhar o email rapida e facilmente a alguém. Alguns softwares de estatística permitem-lhe também verificar facilmente quem reencaminhou a mensagem e o endereço de email para o qual foi enviada.

Conteúdo

9. Frase do Assunto específica vs. Frase do Assunto genérica

Coloque a call to action no Assunto (subject line) em vez do nome genérico da empresa, ou coloque algo que dê dicas sobre o conteúdo e que desperte a curiosidade, ou faça uma pergunta! Seja directo e original. Pense se você próprio abriria o email com determinada frase.

10. Frase do Assunto longa vs. Frase do Assunto curta

Várias pesquisas sugerem que frases na subject line mais longas alcançam pessoas que irão com certeza comprar. No entanto, não exagere e certifique-se que a frase continua directa e que as palavras mais importantes aparecem primeiro. Por ex: “Hoje 20% desconto sem portes de envio” em vez de “Hoje 20% de desconto”.

11. Email Personalizado vs Email não personalizado

Um email personalizado tem uma % de sucesso muito mais elevada. Um email personalizado é dirigido a uma pessoa específica pois contém o nome dessa pessoa, faz a mesma sentir-se envolvida e especial por receber a mensagem, dando mais atenção à mesma. Se não envia os seus emails personalizados, considere comecar a fazê-lo.

12. Texto longo vs. Texto curto

Muitos copywriters discutem esta questão, mas o que os potenciais compradores preferem? Se tivermos em conta que cada pessoa recebe centenas de emails, é fácil perceber que curto e directo é a melhor opcão. Além do mais, o objectivo é despertar curiosidade e vontade de tomar uma acção e que rapidamente os leitores cliquem nos links e sejam reencaminhados para, por exemplo, uma landing page específica.

13. Alt text com calls to action vs. nenhum alt text ou uma descrição simples

Alt text aparece quando as imagens são bloqueadas e consiste em palavras que descrevem uma imagem HTML. Sendo assim, será uma boa idéia colocar calls to action aqui em vez de ter apenas palavras como “product image one”.

Oferta

14. Oferta de quantia vs. oferta de %

Se normalmente oferece um desconto de % (20% por exemplo) experimente especificar a quantia que a pessoa irá poupar para chamar mais atenção (obviamente que isto irá depender do tipo de produto/serviço e audiência).

15. Mais/menos ofertas vs. menos/mais ofertas por mensagem

Se tipicamente coloca apenas uma oferta, adicione uma alternativa para leitores que não querem a sua oferta principal. Ao contrário, se normalmente oferece três ou quatro ofertas por email, pode estar a perder o foco de atenção e a dispersar-se, até fazendo as pessoas estranhar tantas ofertas. Assegure-se que a subject line reflecte esta mudança.

Frequência de mensagens e Timing

Esta é uma área delicada, pois aumentar a frequência pode levar a queixas de spam e a unsubscribes. Nunca aumente a frequência, principalmente durante a época alta de compras como o Natal, sem testar primeiro e ver as estatísticas: unsubscribes, click through, etc.

16. Horário de envio regular vs. altura com mais opens

Pode atingir mais potenciais compradores numa altura em que estes estão mais receptivos a abrir o seu email e pode não ser sempre à mesma hora. Deverá conhecer os seus clientes e os seus comportamentos online de forma a decidir a melhor opcão e altura. O melhor dia/hora poderá variar pois pode depender não só da altura do mês ou dia da semana mas também da época do ano. Use o seu programa de CRM de forma a conter dados estatísticos sobre os seus clientes que possibilitem tomar a melhor decisão.

17. Dias de envio regulares vs. dias inesperados

O mesmo princípio acima aplica-se aqui. Não existe uma fórmula definida, o que vai decidir é o tipo de produto/serviço que oferece, o comportamento online dos seus clientes, as tendências de mercado, os objectivos de marketing e vendas que tem e as actividades da concorrência.

Nota de cautela: Teste e teste novamente

Nenhuma alteração nos seus emails deverá ser feita sem testar previamente. É melhor testar primeiro e ter a certeza que a mudança faz sentido e funciona do que alienar a sua mailing list inteira.

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

Antes de escrever o seu plano de marketing online


Marketing online (ou marketing digital, ou e-marketing) significa usar a internet para promover e ajudar a vender os seus produtos ou serviços e torna-se cada vez mais imprescíndivel ter uma presença online, qualquer que seja o tamanho da sua empresa.

Os princípios do marketing continuam a ser os mesmos: criar uma estratégia que passe a mensagem certa às pessoas certas e no momento certo. O que mudou é a quantidade de opcões que tem. Enquanto é importante manter os canais tradicionais de marketing, como a publicidade, direct marketing, relações públicas, etc, o marketing online adiciona um novo elemento ao marketing mix. Muitas empresas estão a produzir grandes resultados com o marketing online e a sua natureza flexível e de custos baixos (até um certo ponto) torna-o acessível mesmo para pequenas empresas.
Mas para ser bem sucedido, do que necessita um plano de marketing online?

Antes de definir o plano propriamente dito, existem certos pontos a considerar:

1. Background e pesquisa

Qual é a situacão actual do website, este já existe ou terá de desenvolver um? Se já existir, qual a sua eficácia actual? O que está no momento a acontecer na sua indústria a nível online relativamente aos seus concorrentes e clientes? Que actividades de marketing online tem sido feitas e qual o sucesso das mesmas?

Fazer uma análise de todos estes factores é imprescíndivel para desenvolver um plano eficaz. Não olhe apenas para a sua empresa e produtos/serviços, olhe também o que a concorrência está a fazer, olhe quais as tendências de mercado para os próximos tempos e olhe o que os seus clientes e potenciais clientes estão a fazer online. Que sites visitam? Que blogs seguem? Em quais foruns participam e o que dizem? Na minha indústria existe falta de alguma informacão a nível online?

2. Objectivos

Os objectivos de um plano de marketing online deverão ser claros e consistentes com os objectivos de marketing offline. Existe uma tendência errada de se separar estes dois e é importante perceber-se que os dois devem estar integrados e que online e offline devem andar lado a lado.

Os objectivos poderão ser aumentar as vendas, poderá ser o criar uma reputacão ou imagem, poderá ser obter informacão através de sondagens/questionários/formulários sobre o seu tipo de cliente, etc. Poderá ser ainda uma combinacão de vários objectivos.

Os objectivos gerais devem identificar também outros objectivos mais específicos que têm que ser alcancados de forma a atingir os objectivos gerais. Estes mais específicos podem ser por exemplo o número de visitantes do site, as taxas de conversão, objectivos de vendas ou “enquiries”.

3. Estratégia

A estratégia de marketing online é a abordagem geral que irá ser usada para cumprir os objectivos do plano. Por exemplo, irá usar para uma mesma campanha online e offline ou apenas online? Para um objectivo de aumento de vendas, irá focar-se na aquisição de novos clientes ou na retenção dos existentes? Qual a audiência que pretende atingir e que segmentacão terá de fazer?

4. Tácticas

Esta é a parte sumarenta do plano de marketing online e deve explicar em detalhe as diversas ferramentas que irão ser usadas de forma a atingir os obejctivos definidos anteriormente. Estas ferramentas poderão ser: email marketing, PPC, link building, SEO, reestruturação do site a nível de estrutura e conteúdo, redes sociais e social media, artigos, comunicados de imprensa online e até poderá ser a criação de um website completamente novo.

5. Calendário

Um calendário de actividades de marketing online irá mostrar quando as mesmas irão ter lugar.

Algumas precisarão de ser feitas primeiro que outras enquanto actividades promocionais poderão acontecer ao mesmo tempo que outras ou serem continuas. Este calendário também deverá mostrar o tempo de preparação e produção necessários para cada actividade, principalmente se a mesma envolver várias pessoas.

6. Recursos

Os recursos incluem profissionais da área, fornecedores e orçamentos - basicamente inclui cada recurso que irá ser necessário para a implementação do plano de marketing online. Quem irá fazer o quê, quando e quanto irá custar.

7. Controlo

Cada actividade de marketing necessita de ser medida e felizmente as actividades de marketing online são muito mais fáceis de medir que outras campanhas promocionais. Necessita de identificar o que necessita de ser medido: visitas ao site pela primeira vez, visitas repetidas, vendas e taxas de conversão, bounce rates, tempo de cada visita, click through nos links, etc.

Os melhores planos de marketing são os curtos

O plano de marketing online pode ser tão comprido quanto desejar, mas quanto mais curto melhor. Alguns dos melhores planos foram escritos apenas numa página A4. Não se esqueca de que um plano de marketing não é uma dissertacão, é antes algo prático, directo e pronto a usar. Quanto mais comprido for o plano, mais tendência terá para ficar apenas a ganhar pó.

Próximo artigo:

Quais os benefícios de desenvolver um plano de marketing online?

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

9 dicas de SEO para o YouTube


Muitas pessoas ficam surpreendidas ao saberem que o YouTube é o segundo maior motor de busca. Sim, maior que o Yahoo e ainda maior que o Bing, de acordo com a empresa comScore. Por isto mesmo é importante concentrar esforços na optimização das suas páginas de videos do YouTube e é curioso como muitas empresas, incluindo grandes marcas, não o fazem.

Obviamente que o YouTube não é adequado a todas as empresas, mas qualquer empresa que tem um negócio online e mesmo muitas empresas com negócios offline mas com uma presença online deveriam tirar partido das muitas oportunidades disponíveis no YouTube. Mesmo que o produto ou serviço que tenha seja considerado “aborrecido”, pense em criar videos engraçados ou interessantes que se relacionem com a sua indústria.

Por exemplo, se vende material de construção, pode produzir videos de condutores a realizar manobras engraçadas num Bobcat. Ou talvez uma loja de roupa poderá criar desfiles de moda com estilos curiosos que costumavam ser populares. Não tem necessariamente de criar videos tradicionais para fazer as pessoas falarem da sua marca. Aliás, quanto mais original e interessante for, mais pessoas irão ver e mais pessoas irá atrair (e mais links também).

Optimizar as páginas do YouTube requer que siga as mesmas regras que qualquer outro projecto de optimização para motores de busca (SEO) e qualquer projecto de SEO pode ser definido pelo seguinte: conteúdo, links e estrutura. No caso do YouTube, este decide como a página é construída em termos de estrutura, o que o deixa com oportunidades em termos de melhorar o conteúdo da página, o que vai aumentar a popularidade da mesma em termos de geração de links.

As dicas seguintes estão destinadas à optimização das suas páginas do YouTube de forma a que estas sejam o mais fácil possível de serem encontradas. Por isso mesmo, em primeiro lugar iremos falar sobre o que exactamente colocar na página e onde.

Considerando que o YouTube mostra mais de 1.2 biliões de videos diariamente, é fácil de achar que está saturado e não querer aproveitar este canal. Mas a maior parte do conteúdo do YouTube é lixo e poucas pessoas realmente se dedicam a optimizar os videos que submetem.

Existem dois lugares onde pode obter um bom ranking para as suas palavras-chave (keywords): o primeiro lugar é o próprio YouTube. A forma como o YouTube mostra os resultados de uma pesquisa é semelhante à forma como outros motores de busca funcionam: tem a ver com a relevância da informação. O outro lugar onde os seus videos podem obter um bom ranking é nos próprios motores de busca. Cada video no YouTube tem a sua própria página, chamada de “view page” que pode ser optimizada exactamente como qualquer outra página na internet.

Algo importante de se lembrar acerca de optimizar no YouTube é que os videos são invisíveis para os motores de busca. O YouTube converte os ficheiros dos videos que submete para Flash e os motores de busca têm (por enquanto) alguma dificuldade de entender o que está dentro de um ficheiro em Flash, principalmente se for um video. Se necessitar de confirmar isto, veja o “Em cache” de qualquer página de video do YouTube e irá verificar que apenas consegue ver o texto que acompanha o video, e não o video em si. Isto demonstra o quanto o conteúdo de uma página é importante para a página obter um bom ranking para as suas palavras-chave.

O YouTube automaticamente gera “meta tags” para cada página. O nome do video torna-se o “title tag”, a descricão (encontrada na parte “more info”) torna-se a “meta description tag” e as tags tornam-se parte do conteúdo da “meta keywords tag”.

Existem dois tipos de canais no YouTube: usuários simples e os de marcas. Os de marcas são dados a quem gasta muito dinheiro em publicidade no YouTube e estes têm algumas vantagens em relação aos outros canais, incluindo por exemplo “auto-play” do video quando alguém abre a página, múltiplos sub-canais, um banner de 960X150px, uma imagem de 300X250 na coluna do lado direito, uma “caixa” com o nome da marca, suporte para o “Carousel” do YouTube, ferramentas, uma maior imagem de background e suporte para o Google Analytics. Mas a maior parte de nós ainda usa os canais habituais e por isso estas dicas estão escritas para o usuário simples.

Dicas de optimizacão

1• Inclua links nas páginas de perfil onde seja possível. Primeiro decida para onde quer direccionar o tráfego que visita as suas páginas do YouTube e depois inclua links para essas páginas o máximo possível. Idealmente, irá querer adicionar links para outros perfis de social media como o Facebook e o Twitter de forma a extender a experiência de social media do seu visitante, mas também irá querer adicionar links para páginas no seu website. Há muito mais oportunidades de adicionar links na página de video do YouTube do que pode parecer à primeira vista.

2• Inclua palavras-chave no nome do video. O título é a parte mais importante que vai informar os motores de busca sobre o assunto do seu video.

3• Para cada video escreva uma descrição única e relevante que inclua um URL. Adicione este URL logo no início. Desta forma, quando o visitante entra na sua página e mesmo quando o “more info” não funciona, o link estará sempre vísivel. A seguir ao título, uma descrição do video também funciona muito bem para informar os motores de busca acerca co conteúdo do video. Use este espaço para adicionar palavras-chave.

4• Tire vantagem das “captions” e “annotations”. Pode adicionar notas, sub-títulos, descrições e links.

5• Inclua as suas palavras-chave nas “tags”. Juntamente com o título e a descricão, as tags ajudam os motores de busca a identificaram o conteúdo do video. Se tiver palavras-chave relevantes, inclua aqui.

6• Incentive a participação de outras pessoas. Para cada video existem opcões de “Broadcasting and Sharing”. A melhor opcão será a de permitir comentários de forma aberta, mas não se esqueca que terá de observar os comentários regularmente, de forma a evitar spam e comentários menos agradáveis. Considere também adicionar os links dos seus videos como resposta a outros videos populares relacionados com o mesmo tema. Esta é uma boa forma de atrair visitantes para as suas páginas.

7• Coloque marcas de água (watermarks) nos seus videos. É algo que a maior parte dos softwares de edição de video facilmente fazem e colocam um logo translúcido numa das pontas do video. É o seu video no final de contas.

8• O YouTube retira os “thumbnails” de um quarto, metade e três quartos do video. Depois poderá escolher na opção de editar qual das três imagens irá querer que apareça. Se preferir, quando estiver a fazer o video, poderá manipulá-lo de forma a que apareça uma imagem interessante num destes três pontos. Os thumbnails têm uma grande influência se um video é ou não aberto para visualização.

9• Tire partido do YouTube “Insights”. Este programa de análise estatística do YouTube é avançado quando comparado com outros sites de video e providencia informações tais como dados demográficos e quando as pessoas abandonaram videos específicos. Este tipo de informação pode ajudar a melhorar futuros videos e submisssões.

A maior parte dos videos e páginas do YouTube não estão devidamente optimizados, mesmo pelas grandes empresas. Por isso, existem muitas oportunidades de ter um bom ranking para as suas palavras-chave. Talvez o maior erro de todos no YouTube será o de não deixar que qualquer pessoa possa interagir com os seus videos (usando a opcão Sharing). É imprescíndivel que os visitantes interajam com os seus videos.

Adicionalmente, o YouTube tem ficheiros de ajuda interessantes também e pode comecar por ler o Google's
YouTube help page.

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Perdi os meus rankings, o Google não gosta de mim!



Parece uma tendência actual queixar-se que o Google não gosta de nós porque os rankings do website cairam. “O Google detesta-me! O meu concorrente tem apenas 2 links e tem um melhor ranking contra os meus 32 biliões!”

Este artigo destina-se a explicar algumas das razões para a perda dos rankings. Primeiro gostaria de explicar as razões que levam a uma flutuação e perda dos rankings, que ainda são algumas:

1. Alguns dos back links que apontam para o seu website foram desvalorizados ou não estão mais activos (o link foi removido);

2. Uma empresa da concorrência passou-lhe à frente e “roubou” o seu ranking;

3. Uma mudanca nos algoritmos que coloca agora mais valor num determinado factor ou desvaloriza um outro;

4. Um tremor de terra... alguma mudança efectuada na estrutura do website levou a que algumas páginas não estejam a funcionar, tenham desaparecido, etc;

5. Penalização ou lista negra (o seu site foi banido).

Ao longo dos próximos dias irei analisar em mais profundidade cada uma destas razões, e hoje começamos com a primeira:

1.Alguns dos back links que apontam para o seu website foram desvalorizados ou não estão mais activos (o link foi removido)

De onde vem a maioria dos seus back links? São links recíprocos, páginas de links ou directorias? Se respondeu sim, é possível que os links tenham sido desvalorizados/desacreditados pelo Google. Isto tem tendência a acontecer no meio prazo. Estas são as formas mais fáceis de link building e sendo assim, muitas vezes não são olhadas pelo Google como tendo muita qualidade.

A relevância do directório ou da página que tem os links tem influência directa no valor que dá ao seu website. Directorias ou páginas que permitem adicionar lixo irrelevante e de pouca qualidade irão baixar o valor do seu link. E quanto mais estes links de baixa qualidade são adicionados à página, o seu link terá cada vez menos e menos valor. Isto pode ocasionar uma perda dos rankings. Directorias e páginas que têm apenas alguns links e que são relacionados com o negócio do seu site e que de preferência são considerados uma autoridade e de alta qualidade terão o maior valor e não o perderão tão facilmente. É exactamente por isso que se deve ter muita atenção onde se está a adicionar links de forma a assegurar que se é selectivo e que os mesmos têm qualidade.

Existem sites criados com o único fim de adicionar links. Normalmente colocam algum conteúdo e permitem aos webmasters/profissionais de SEO adicionar links. Estas páginas geralmente perdem valor muito rapidamente pois mais e mais sites são adicionados. Pelo contrário, os sites onde é díficil adicionar um link são os melhores sites a se insistir. Mesmo que demore 5 horas a conseguir o link nesse site este vai provar-se muito mais valioso do que 50 outros links nessas directorias que aceitam tudo.

Quando utiliza links recíprocos, procure sempre fazê-lo apenas com sites de qualidade que são exigentes na escolha dos sites com os quais trocam links. Sites que têm apenas alguns alguns poucos links em vez daqueles que aceitam toda a gente. Estes sites têm muito mais valor não só no momento presente mas no longo prazo. Sites que incluem links directamente no conteúdo das páginas (no texto) têm muito mais valor e têm tendência a não o perder, pelo contrário, o valor tem tendência a aumentar se o conteúdo for bom e originar links em outros sites.

Deverá assim ser bastante cuidadoso com quem está a trocar links. Não perca tempo a trocar links com sites onde a única coisa que irá obter é um link numa página enorme de links. Este link desde o início irá comecar como um link desvalorizado e irá perder mais e mais valor.

E nunca, mas nunca, troque links com sites que não estão relacionados com a sua área de negócio e que não pode garantir a sua qualidade. Seja cuidadoso, mantenha a relevância dos seus links e preocupe-se sempre com a qualidade.

2. Uma empresa da concorrência passou-lhe à frente e “roubou” o seu ranking

Esta situação geralmente apenas afecta algumas poucas posições, como uma queda de 1-2-3 posições. Todavia, se não se tem dedicado a manter os rankings e ao seu trabalho de SEO, então muitas empresas da concorrência podem passar à sua frente apenas porque eles estão a trabalhar nos rankings e você não. Se é este o caso, então irá assistir a uma queda nos rankings lenta mas consistente.

Muitas empresas nas mais variadas indústrias pagam a agências de SEO para manter/aumentar os rankings dos seus websites, por isso se pára de manter os seus rankings é provável que eles irão cair... a não ser que tenha link baits de muito boa qualidade que atraem uma grande quantidade de outros links. Neste caso, a sua posição será mais segura, mas não se deixe convencer que mesmo neste caso pode ficar descansado sem precisar de se dedicar ao SEO, pois mesmo link baits de alta qualidade podem ser ultrapassados... por link baits de alta qualidade dos seus concorrentes.

Alguns destes factores que tenho mencionado se combinados podem fazer muitos estragos. Por exemplo no caso de não estar a efectuar trabalho nenhum de SEO mas também os links que adquiriu no passado eram de pouca qualidade e são desvalorizados pelo Google. O seu concorrente, por outro lado, desenvolveu uma ferramenta que tem actualmente muita procura. Esta ferramente actua como um poderoso link bait para o website do seu concorrente. Alguns dos links que está a atrair são links de muito boa qualidade e alta reputação. Nesta situação, poderá perder muito terreno porque não apenas você esteve a usar métodos de link building de baixa qualidade, mas pelo menos um dos seus concorrentes está a usar MUITO BOAS técnicas de link building.

É por isto que sugiro sempre em primeiro lugar ter um website de muito boa qualidade. Os back links irão surgir naturalmente com um site de muito boa qualidade e bom conteúdo, mas sem um site de qualidade não há nada a fazer.

3. Uma mudanca nos algoritmos que coloca agora mais valor num determinado factor ou desvaloriza um outro.

Este factor é semelhante ao primeiro. Uma mudança nos algoritmos pode colocar mais ou menos valor num determinado factor resultando numa perda de rankings da noite para o dia.

O Google faz os seus updates regularmente o que significa que irá verificar mudanças o tempo todo. Updates massivos como o "bigdaddy" podem causar muita dor de cabeça. Mas, mais uma vez, o que deverá entender é que isto deve-se geralmente à desvalorização de links e métodos de link building de pouca qualidade ou porque o Google está a procurar novas formas de decidir se o seu site continua a ser tão bom como era.

Se está a usar métodos de link building de pouca qualidade e o Google ainda os desvaloriza a seguir, pode perder muito terreno. Terreno esse que não perderia se se tivesse dedicado a criar menos mas bons links.

4. Um tremor de terra... alguma mudança efectuada na estrutura do website levou a que algumas páginas não estejam a funcionar, tenham desaparecido, etc

Se uma página do seu site que costumava ter um bom ranking desaparece e isto não é imediatamente corrigido, é bem provável que o ranking desapareça também.

Para mudar para páginas novas, use o "301 redirects" da página antiga para a nova mas se possível mantenha sempre as páginas antigas.

Tenho assistido a sites inteiros deaparecerem do Google por causa de problemas com o site, seja pelo server estar em baixo ou páginas que desaparecem.

Por isso, escolha um bom server de qualidade e nunca apague páginas, especialmente se estas têm um bom ranking!

5.Penalizacão ou lista negra (o seu site foi banido)

É necessário primeiro entender a diferenca entre ser penalizado e ser banido.
Quando um site é banido um sitemydomain.com query irá mostrar site algum. Mas isto não é fiável visto que um novo site também irá aparecer assim até ser indexado a não ser que saiba que o seu site foi indexado. E se houver apenas uma única página indexada, não será banido.

O seu site pode ser penalizado sem você o saber sequer e sem a perda de nenhumas páginas no index do Google. Não use métodos de “black hat SEO” como texto escondido, “cloaking”, etc. Alguns sites têm um bom ranking enquanto usam estas técnicas, mas não por causa delas, quando de facto retirar estes métodos pode até melhorar os rankings.

Desenhe e crie o seu site como se os motores de busca não existissem. Crie o seu site para os visitantes não para os “spyders” do Google. Se fizer isto, os seus sites irão ter mais qualidade e um melhor ranking, porque os links serão mais facilmente obtidos.


Para terminar este artigo gostaria de dizer que se recentemente perdeu o ranking é provavelmente o resultado de um dos factores acima descritos. Sugiro que melhore a qualidade do seu site como um todo e crie “link baits”, tendo novo conteúdo regularmente, escrevendo sobre assuntos únicos (relacionados com o seu negócio) que outros não exploraram devidamente. Providencie respostas a questões que não são facilmente encontradas, providencie uma fácil navegacão no seu site para os visitantes e para os seus amigos “spyders”. Crie um sitemap html a versão xml não é necessária.

O Google trabalha actualmente em melhorar o seu motor de busca e torná-lo ainda mais relevante do que já é agora. O conteúdo é uma das suas maiores prioridades. Conteúdo que seja único, relevante e informativo. Isto é um enorme factor de atraccão de links.

Se seguir as sugestões acima descritas, irá aumentar as chances de criar link baits a partir do seu site. Isto irá levar webmasters a criarem links para o seu site nos seus websites mesmo sem ter de lhes requisitar os mesmos. Este tipo de link building é o mais efectivo, o que tem maior valor e o mais díficil de obter. Necessita de conteúdo original e de muito boa qualidade para criar link baits.

Construa sempre os sites baseados no seu conhecimento. Não comece um site sobre “mesatoliomas” apenas porque de momento tem grandes ganhos a nível de adsense, e isto sem entender o que a palavra significa realmente. Construa sites baseados em assuntos que tem profundo conhecimento, é apaixonado por eles e sobre os quais pode proporcionar informação e opiniões relevantes. Se não tem conhecimentos aprofundados sobre um determinado tema mas é da sua responsabilidade manter o conteúdo do site, então pesquise sobre o mesmo, leia, visite sites da concorrência, informe-se o mais que puder.

São este tipo de sites que têm sucesso no Google. Tenho verificado que são os sites que não seguem este método os que têm maiores quedas nos rankings. Como o Google desvaloriza estes sites de pouca qualidade, os rankings irão continuar a cair. Em vez de se queixar do Google ou dizer que não gosta de si, use estas dicas para criar sites que irão ter bons rankings.

Sinta-se à vontade para comentar aqui ou se preferir comente no grupo do Facebook ou do Linkedin.

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

10 palavras que deve usar no conteúdo do seu website


O conteúdo de um website é chave para converter visitantes em compradores. Da mesma forma que é importante inserir as palavras-chave do seu negócio (SEO keywords) no texto, também é importante inserir palavras que chamem a atenção de um comprador:

1. Você (ou tu, dependendo do tipo de audiência do website)

Esta é a mais importante palavra do website. Em vez de dizer constantemente “nós, nós, nós” vezes sem conta, use “você”. E porquê? Porque os consumidores são egoístas. Eles apenas se irão importar com o seu produto se beneficiarem dele. E não querem perder tempo a ler texto que fala apenas da sua empresa o tempo todo. O conteúdo de um site é uma conversa. Por isso, converse com os seus leitores em vez de falar para eles.

2. De graça (ou free)

As palavras “de graça (ou free) têm um grande impacto. As pessoas adoram sentir que estão a receber algo de graça sem terem de dar nada em troca. Mais importante, quando as pessoas estão online têm receio de perder (neste caso dinheiro) para os chamados “scams”. Por isso, se oferecer algo de graça, coloca as pessoas à vontade e cria alguma confiança com elas. Seja uma consulta grátis a um e-book ou um webseminar, considere oferecer algo de graça no seu website. Apenas tenha o cuidado de não exagerar, ou irá correr o risco de parecer “spam”.

3. Garantia

Novamente, os compradores online são mais cuidadosos que os compradores tradicionais. E por boas razões, tendo em conta a quantidade de “scams” que existem na internet. Por isso mesmo é importante usar palavras que criem confiança, como a palavra "garantia" que pode ajudar potenciais compradores a sentirem que não têm nada a perder. É reconfortante para eles saberem que há sempre uma saída caso o produto não esteja de acordo com o que esperavam.

4. Fácil

Várias marcas construiram inteiramente a sua imagem baseadas na palavra fácil (ou “easy”). A Staples, por exemplo: “Save the easy way” ou a Easyjet que tem a palavra no próprio nome. As pessoas adoram a palavra “fácil”, principalmente quando não têm muito tempo para navegarem pelos websites.

5. Novo

A palavra “novo” sempre teve um enorme impacto. Isto é ainda mais importante hoje em dia, em que vivemos cercados de tecnologia. Os consumidores exigem os produtos mais recentes e melhores.

6. Provado

Obviamente, novo significa que nada está ainda provado. Por isso, se o único “selling point” dos seus produtos é que os mesmos são os mais recentes e usam a última tecnologia, então tem de se certificar que garante aos seus potenciais compradores que os produtos realmente funcionam. Algumas pessoas receiam algo novo e é a sua responsabilidade provar como os produtos as irão beneficiar. Usar estatísticas pode ajudar aqui.

7. Resultados

Esta palavra anda lado a lado com a palavra “provado”. Os seus potenciais compradores querem saber que resultados podem esperar dos seus produtos. Não use apenas termos vagos e calão usado na indústria. Vá directo ao ponto. Explique exactamente os resultados e benefícios que os seus produtos ou serviços irão ter.

8. Poupar

Esta é outra palavra com muito impacto que tem sido usada há décadas. Pode ser ainda mais efectiva hoje em dia devido à actual situação económica mundial em que vivemos. Mas a palavra “poupar” não tem sempre que ser sobre o preço. O seu produto pode “poupar” tempo ao consumidor. Pode “poupá-los” de preocupações. Não tem que ser sempre relacionado com poupar dinheiro, principalmente se a sua marca é uma marca de topo.

9. Maximizar

Esta palavra cria a percepção de que o seu produto alcança o máximo de benefícios possível. Tenha apenas cuidado para não ser muito vago quando usa esta palavra. Use factos que mostram ao visitante como maximizar os benefícios.

10. Benefício

Diga aos seus visitantes como eles poderão beneficiar do seu produto. Que melhor forma de fazer isso do que usar a palavra “benefício”?

Quantas destas palavras usa actualmente no seu website? E gostaria de adicionar alguma à lista? Faça-o aqui ou no grupo do Linkedin Online Marketing Portugal.

quarta-feira, 14 de Outubro de 2009